Os riscos da computação em nuvem

A computação em nuvem é conveniente, mas é seguro?

A computação em nuvem (outro nome para o armazenamento de dados on-line) existe há tanto tempo quanto a Internet, mas nos últimos anos ela se tornou cada vez mais popular. Alguns softwares de PC comuns exigem isso.

A computação em nuvem é conveniente e fácil e, no mundo dos negócios, faz sentido em termos financeiros porque significa que as empresas não precisam gastar tanto dinheiro em armazenamento de dados ou manutenção de servidores. Mas quando as empresas estão tendo dificuldades para manter suas informações pessoais a salvo de hackers e violações de dados, quão seguro pode ser quando estão na "nuvem"?

O básico da computação em nuvem

A idéia básica da computação em nuvem é que suas informações são armazenadas on-line, disponíveis para você acessá-las sempre que quiser e de qualquer computador ou dispositivo pronto para Internet. É uma idéia legal que realmente agrada às empresas que buscam uma maneira de reduzir seus custos. O armazenamento de dados on-line parece ser uma alternativa razoável para a compra de servidores caros para armazenamento e para manter uma pessoa ou equipe de TI à disposição para gerenciá-los.

Os riscos de segurança do armazenamento em nuvem

A nuvem pode ser boa para suas fotos e músicas, mas quando você começa a pensar em informações pessoais que uma empresa mantém em seus clientes e clientes, as apostas aumentam. Por um lado, você não sabe realmente onde os dados estão sendo armazenados, assim você não tem a primeira idéia do nível de segurança de dados. Se é um “farm de servidores” corporativo, pode ser muito bom ou não. O primeiro nível de segurança de dados é proteger fisicamente o hardware em que os dados estão.

5 desvantagens da computação em nuvem

Uma preocupação igualmente importante, particularmente para agências governamentais e militares, não é apenas a segurança dos próprios servidores; são as pessoas que têm acesso a elas como parte de seu trabalho. Um dos exemplos mais famosos de falha na proteção contra esse risco de segurança pessoal é Edward Snowden e sua exposição do programa de vigilância da Agência de Segurança Nacional dos EUA, o PRISM.

É claro que agências governamentais como a Agência de Segurança Nacional (NSA) e corporações de alto perfil como a Target, que dependem de indivíduos com acesso a dados, podem estar colocando seus clientes e o público em risco. Parece que uma análise mais detalhada na contratação de funcionários que gerenciam servidores em nuvem é a primeira resposta fácil para garantir a segurança dos dados na "nuvem".

O desafio da responsabilidade

Uma preocupação maior com o armazenamento em nuvem, porém, diz respeito a quem os consumidores podem responsabilizar pela segurança de suas informações pessoais. As leis atuais fornecem diretrizes para empresas que mantêm informações pessoais. As leis abordam como as informações pessoais devem ser protegidas, usadas e, por fim, destruídas, bem como as penalidades por não proteger essas informações. Essas leis incluem disposições para garantir que qualquer terceiro que a empresa forneça informações também a proteja como a própria empresa. Mas quando as informações pessoais são armazenadas na nuvem, pode ser praticamente impossível para um consumidor saber quem realmente comprometeu suas informações pessoais. Em outras palavras, todos os envolvidos em uma violação de dados poderiam potencialmente ser capazes de dar de ombros e dizer: "Não é nossa culpa".

Evite o roubo de identidade.